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Momento histórico de pandemia marca o início de um novo ciclo


Estamos falando do “ciclo”. Esse conjunto de eventos sucessivos que marcam praticamente todas as fases de vida do ser humano, como também a quase totalidade das ações que regem o mundo natural. Ele está presente em praticamente quase tudo em que você pensar.
Na biologia, significa as etapas da evolução de um ser vivo.
Na astronomia, refere-se ao número de anos no fim dos quais certos fenômenos se repetem.
Na economia, mostra a flutuação das fases econômicas.
Estamos falando do “ciclo”. Esse conjunto de eventos sucessivos que marcam praticamente todas as fases de vida do ser humano, como também a quase totalidade das ações que regem o mundo natural.
A palavra em português vem do latim cyclus e significa um certo período de tempo que, uma vez finalizado, retorna ao início.
A essa altura, é bem provável que você já esteja fazendo alguns exercícios mentais e imaginando a interação dos mais diversos tipos de ciclos em sua própria vida. A virada do ano marca o início de um novo ciclo, assim como nossas metas e expectativas também marcam novos ciclos.
Mas é provável que no passado recente nada marque mais o início de um novo ciclo na História da Humanidade do que o advento da pandemia do Covid-19. Esse vírus que chacoalhou novas vidas de maneira avassaladora interrompeu projetos, fez adormecer sonhos, adiou metas, mas acima de tudo, marcou o início de um novo ciclo.
Exatamente quando a humanidade pisava mais fundo no acelerador da evolução tecnológica e econômica, fomos obrigados a desacelerar. E isso não foi necessariamente ruim, muito pelo contrário.
A necessidade de nos adaptarmos a uma nova realidade nos forçou a reexaminar nossas prioridades. Nos deu mais tempo para ficar em casa, para refletir, para aprofundar questões emocionais, para ressignifcar relacionamentos, e enfim, para nos reinventar.
Iniciamos um novo ciclo de retorno a coisas básicas da vida. Reaprendemos a valorizar a simplicidade e a satisfação com os pequenos prazeres. De repente, um simples abraço passou a ter um significado antes esquecido.
E em 2021?
Todos nós sabemos que 2021 ainda será um ano difícil no mundo todo. Ainda não temos um horizonte próximo que sinalize a vitória sobre o vírus. Por isso mesmo, não podemos retroceder nas vitórias conquistadas.
Precisamos continuar fazendo nossa parte investindo na empatia, no bom senso, na preocupação com o próximo e, acima de tudo, na valorização da vida humana. Que nós possamos compensar os danos da pandemia com o amadurecimento de nossa sociedade.
É verdade que até o momento não sabemos como o vírus surgiu, se esteve sempre entre nós, ou mesmo se será o único a nos importunar no futuro próximo. Teorias conspiratórias e negacionismos tentam obscurecer ainda mais um cenário que já é extremamente complexo.
Somos hoje uma espécie ao mesmo tempo capaz de prodígios tecnológicos inimagináveis, bem como de destruir a natureza da qual umbilicalmente dependemos.
Nossos arsenais atômicos são capazes de destruir o planeta uma dezena de vezes. A realidade atual mostra que nos colocamos em uma armadilha que somente nós mesmos podemos desarmar.
Com isso, fica claro que em nossas mãos está nossa autodestruição ou nossa redenção. Esperamos que as dificuldades atuais não tenham vindo em vão. E cima de tudo, que este novo ciclo que inauguramos em plena pandemia, nos forneça a sabedoria necessária para trilharmos o caminho que nos for mais conveniente.
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