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Mundo passa de 68 milhões de vacinas contra Covid aplicadas; 6 milhões já receberam 2 doses


EUA lideram tanto o ranking de doses administradas (22,73 milhões) quanto o de pessoas totalmente imunizadas (3,35 milhões). Israel lidera rankings proporcionais à população. Ans Lock van de Veen, de 91 anos, Jos Bieleveldt, 91, e Okko Molenkamp, 94, aguardam para receber a vacina contra a Covid-19 em Apeldoorn, na Holanda, nesta terça-feira (26)
Peter Dejong/AP
Mais de 68 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 já foram aplicadas em todo o mundo, aponta levantamento desta terça-feira (26) do projeto “Our World in Data”, e mais de seis milhões de pessoas já receberam as duas doses necessárias para a imunização recomendada pelas farmacêuticas.
Os Estados Unidos lideram tanto o ranking de doses aplicadas (22,73 milhões até o momento) quanto o de pessoas que já receberam as doses recomendadas (3,35 milhões).
Os outros países que mais aplicaram doses são: China (que não divulga novos dados há seis dias e seguem com 15 milhões), Reino Unido (7,04 milhões), Israel (3,88 milhões) e Emirados Árabes Unidos (2,57 milhões). O Brasil aparece em 14º da lista (700 mil).
Os que têm mais pessoas completamente imunizadas, depois dos EUA, são: Israel (1,22 milhão), Reino Unido (470 mil), Emirados Árabes Unidos (250 mil) e Alemanha (228 mil).
Ranking proporcional
Já Israel lidera os dois rankings proporcionais à população. Mais de 30% da população recebeu ao menos uma dose da vacina contra a Covid-19 e mais de 14% já foram completamente imunizados, segundo o “Our World in Data”.
Os outros países com mais pessoas que receberam ao menos uma dose são: Emirados Árabes Unidos (23,47%), Reino Unido (9,68%), Bahrein (8,47%) e EUA (5,82%). O Brasil aparece em 17º (com 0,33%).
Os que têm mais habitantes completamente imunizados, depois de Israel, são: Emirados Árabes Unidos (2,53%), Islândia (1,4%), EUA (1,01%) e Reino Unido (0,69%).
Intervalo entre doses
O intervalo entre a primeira e a segunda doses depende da vacinas contra a Covid-19 que é aplicada:
Pfizer/BioNTech: recomendam 21 dias entre uma aplicação e outra e dizem que a eficácia é de 95%;
Oxford/AstraZeneca: eficácia de 70% já na primeira dose, após 21 dias, e o número sobe para 80% quando a segunda é aplicada 12 semanas depois;
CoronaVac: testes no Brasil usaram intervalo de 14 dias entre as doses e apontaram uma eficácia de 50,38%; recentemente, a Sinovac afirmou que a vacina é mais eficaz com um tempo maior entre as aplicações
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